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	<title>Yellow Flower</title>
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		<title>AMAR SE APRENDE AMANDO</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 13:38:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>

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		<description><![CDATA[AMAR SE APRENDE AMANDO
Por Cesar Costa
Residindo juntos no peito
Um demtnio que ruge e um deus que chora
Apss um reinado glorioso
Morre o rei, o pai.
Amado pelos szditos
O prmncipe subiu ao trono
Como se em seu coragao tivesse
O tumulto e o clamor de um largo oceano.
O breve raiar do astro do dia
Nao mata a tristeza, apenas dissipa
Mal o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>AMAR SE APRENDE AMANDO<br />
Por Cesar Costa</p>
<p>Residindo juntos no peito<br />
Um demtnio que ruge e um deus que chora<br />
Apss um reinado glorioso<br />
Morre o rei, o pai.</p>
<p>Amado pelos szditos<br />
O prmncipe subiu ao trono<br />
Como se em seu coragao tivesse<br />
O tumulto e o clamor de um largo oceano.</p>
<p>O breve raiar do astro do dia<br />
Nao mata a tristeza, apenas dissipa<br />
Mal o novo rei havia tomado seu manto<br />
Recebia dos reinos vizinhos presentes e delmcias.</p>
<p>Mas o tempo, nao diminuma sua tristeza<br />
Palpitava de flores e ninhos<br />
Alma, que em dores chorava<br />
Resolveu partir com um siquito</p>
<p>O reino estava em paz, queria perseguir contentamento<br />
Pediu dez dias para se preparar devidamente<br />
Afinal, que o novo rei procurava:<br />
Positiva negagao do nada</p>
<p>E de procura, em procura<br />
Tivesse aquela ventura<br />
Encontrar-se com sonho doce e risonho<br />
No breve correr dos dias</p>
<p>Ja raro e mais escasso<br />
Era ele o ser sem ter reflexo<br />
O infeliz novo rei, cedendo ao primeiro mmpeto<br />
Partiu em busca da chama da sabedoria</p>
<p>Nao conseguia acertar o alvo que nao via<br />
Em versos, em lugares,&#8230; nada<br />
Amava o que doma, sem objeto de amor<br />
Julgava znica sua infelicidade</p>
<p>Sem sentimento dia, nem pensamento noite<br />
Vivia a vida, forma solitaria, nao sozinha<br />
Um dia encontrando a primeira estrela, a olhou nos olhos<br />
Nascida feita para o amor, o sol da primavera</p>
<p>Uma ilha de paz no meio do medo<br />
Abre caminho alim&#8230; da paz o nzncio<br />
A alma renascia, gorjeava e ria&#8230;<br />
E descobriu que havia amado tanto! e nao conhecia o Amor!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Paulo Coelho</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 16:15:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>

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		<description><![CDATA[Diz o mestre:
Muita gente tem medo da felicidade. Para estas pessoas, esta palavra significa mudar uma série de hábitos &#8211; e perder sua própria identidade.
Muitas vezes nos julgamos indignos das coisas boas que acontecem conosco. Não aceitamos &#8211; porque aceitá-las nos dá a sensação de que estamos devendo alguma coisa a Deus.
Pensamos: &#8220;É melhor não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Diz o mestre:<br />
Muita gente tem medo da felicidade. Para estas pessoas, esta palavra significa mudar uma série de hábitos &#8211; e perder sua própria identidade.<br />
Muitas vezes nos julgamos indignos das coisas boas que acontecem conosco. Não aceitamos &#8211; porque aceitá-las nos dá a sensação de que estamos devendo alguma coisa a Deus.<br />
Pensamos: &#8220;É melhor não provar o cálice da alegria, porque, quando este nos faltar, iremos sofrer muito.&#8221;<br />
Por medo de diminuir, deixamos de crescer. Por medo de chorar, deixamos de rir.</p>
<p>Paulo Coelho</p>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Se se morre de amor&#8221;</title>
		<link>http://blog.claratemporal.com.br/?p=2009</link>
		<comments>http://blog.claratemporal.com.br/?p=2009#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 15:20:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>

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		<description><![CDATA[Se se morre de amor..não..não se morre &#8230;
Quando é a fascinação que nos surpreende&#8230;
De ruidoso sarau entre os festejos&#8230;
Quando luzes&#8230;calor..orquestra e flores&#8230;
Assomos de prazer nos raiam n&#8217;alma&#8230;
Que embelezada e solta em tal ambiente &#8230;
No que ouve e no que você prazer alcança&#8230;
Simpática feições&#8230;cintura breve&#8230;
Graciosa postura..porte arioso&#8230;
Uma fita..uma flor entre os cabelos&#8230;
Um quê mal definido acaso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se se morre de amor..não..não se morre &#8230;<br />
Quando é a fascinação que nos surpreende&#8230;<br />
De ruidoso sarau entre os festejos&#8230;</p>
<p>Quando luzes&#8230;calor..orquestra e flores&#8230;<br />
Assomos de prazer nos raiam n&#8217;alma&#8230;<br />
Que embelezada e solta em tal ambiente &#8230;<br />
No que ouve e no que você prazer alcança&#8230;</p>
<p>Simpática feições&#8230;cintura breve&#8230;<br />
Graciosa postura..porte arioso&#8230;<br />
Uma fita..uma flor entre os cabelos&#8230;<br />
Um quê mal definido acaso podem&#8230;<br />
Num engano d&#8217;amor arrebatar-nos&#8230;<br />
Mas isso amor não e isso e delírio&#8230;</p>
<p>Devaneio&#8230;ilusão que se esvaece&#8230;<br />
Ao som final da orquestra, ao derradeiro&#8230;<br />
Clarão que as luzes no morrer despedem&#8230;<br />
Se outro não lhes dão se amor o chamam&#8230;<br />
D&#8217;amor igual ninguém sucumbe à perda&#8230;.</p>
<p>Amor e vida e ter constantemente&#8230;<br />
Alma&#8230;sentidos&#8230;coração&#8230;abertos&#8230;<br />
Ao grande&#8230;ao belo é ser capaz d&#8217;extremos&#8230;<br />
D&#8217;altas virtudes té capaz de crimes!<br />
Compr&#8217;ender o infinito, a imensidade&#8230;</p>
<p>E a natureza gostar dos campos&#8230;<br />
D&#8217;aves&#8230;flores&#8230;murmúrios solitários&#8230;<br />
Buscar tristeza a soledade o ermo&#8230;<br />
E ter o coração em riso e festa&#8230;<br />
E à branda festa ao riso da nossa alma&#8230;<br />
Fontes de pranto intercalar sem custo&#8230;</p>
<p>Conhecer o prazer e a desventura&#8230;<br />
No mesmo tempo, e ser no mesmo ponto&#8230;<br />
O ditoso o misérrimo do entes&#8230;<br />
Isso e amor e desse amor se morre!</p>
<p>Amar e não saber não ter coragem&#8230;<br />
Para dizer que amor que em nós sentimos&#8230;<br />
Temer qu&#8217;olhos profanos nos devassem&#8230;<br />
O templo onde a melhor porção da vida&#8230;<br />
Se concentra onde avaros recatamos&#8230;</p>
<p>Essa fonte de amor, esses tesouros&#8230;<br />
Inesgotáveis&#8230; d&#8217;ilusões floridas&#8230;<br />
Sentir sem que se veja a quem se adora&#8230;<br />
Comprender sem lhe ouvir seus pensamentos&#8230;<br />
Segui-la sem poder fitar seus olhos&#8230;</p>
<p>Ama-la sem ousar dizer que amamos&#8230;<br />
E temendo rocar os seus vestidos&#8230;<br />
Arder por afogá-la em mil abraços&#8230;<br />
Isso e amor e desse amor se morrer&#8230;</p>
<p>Se tal paixão porém enfim transborda&#8230;<br />
Se tem na terra o galardão devido&#8230;<br />
Em recíproco afeto e unidas&#8230;<br />
Em dois seres duas vidas se procuram&#8230;<br />
Entendem-se confundem-se e penetram&#8230;</p>
<p>Juntas- em puro céu d&#8217;êxtases puros&#8230;<br />
Se logo a mão do fado as torna estranhas&#8230;<br />
Se os duplica e separa quando unidos&#8230;<br />
A mesma vida circulava em ambos&#8230;<br />
Que será do que fica e do que longe&#8230;</p>
<p>Serve as borrascas de ludíbrio e escárnio?<br />
Pode o raio num píncaro caindo&#8230;.<br />
Torna-lo dois e o mar correr entre ambos&#8230;<br />
Pode rachar o tronco levantado&#8230;<br />
E dois cimos depois verem-se erguidos&#8230;<br />
Sinais mostrando da aliança antiga&#8230;</p>
<p>Dois corações porém que junto batem&#8230;<br />
Quu juntos vivem e se os separam morrem&#8230;<br />
Ou se entre o próprio estrago inda vegetam&#8230;<br />
Se aparência de vida em mal conservam&#8230;<br />
Ânsias cruas resumem do proscrito&#8230;<br />
Que busca achar no berço a sepultura!</p>
<p>Esse que sobrevive a própria ruína&#8230;<br />
Ao seu viver do coração às gratas&#8230;<br />
Ilusões quando em leito solitário&#8230;<br />
Entre as sombras da noite em larga insônia&#8230;<br />
Devaneando, a futurar venturas&#8230;</p>
<p>Mostra-se e brinca a apetecida imagem&#8230;<br />
Esse que à dor tamanha não sucumbe&#8230;<br />
Inveja a quem na sepultura encontra&#8230;<br />
Dos males seus o desejado termo!</p>
<p>(Gonçalves Dias)</p>
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		<title>Toque leve</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 12:46:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[
Você tocou de leve a ponta dos meus dedos
O receio foi maior que o próprio medo
Você tocou de leve a ponta dos meus cabelos
A expectativa foi maior que a própria ansiedade
Você abraçou e abraçou forte meu corpo inteiro
No abraço consentido ficaram apenas meus desejos
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.claratemporal.com.br/blog/wp-content/uploads/toque.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2005" style="border: 1px solid black;" title="toque" src="http://www.claratemporal.com.br/blog/wp-content/uploads/toque.jpg" alt="" width="300" height="221" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Você tocou de leve a ponta dos meus dedos<br />
O receio foi maior que o próprio medo</p>
<p style="text-align: center;">Você tocou de leve a ponta dos meus cabelos<br />
A expectativa foi maior que a própria ansiedade</p>
<p style="text-align: center;">Você abraçou e abraçou forte meu corpo inteiro<br />
No abraço consentido ficaram apenas meus desejos</p>
]]></content:encoded>
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		<title>No espelho!</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 12:49:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[No espelho, o lado inverso
O outro lado
O mesmo lado
No espelho, a forma
A essência
A liberdade
A atitude
No espelho, a vaidade
O tempo
A personalidade
A auto-estima
No espelho, a vida
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No espelho, o lado inverso<br />
O outro lado<br />
O mesmo lado<br />
No espelho, a forma<br />
A essência<br />
A liberdade<br />
A atitude<br />
No espelho, a vaidade<br />
O tempo<br />
A personalidade<br />
A auto-estima<br />
No espelho, a vida</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ninguém vive só&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 16:23:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[
Ninguém vive só
Nessa vida amamos
Vemos as belezas de toda a eternidade
Hoje flores murcham
Amanhã brotos nascem
E assim é a lei
Nascemos para trazer uma mensagem
Um dom para realizarmos
Tenha ele a simplicidade que for
A beleza que ver
O perfume que sentir
O som que ouvir
O ciclo que passar
Estamos a aprender
A vivenciar
Nunca só
Porque ninguém vive só
Todos vivemos juntos
Na harmonia da natureza
No [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.claratemporal.com.br/blog/wp-content/uploads/amor_coracao1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1999" title="amor_coracao1" src="http://www.claratemporal.com.br/blog/wp-content/uploads/amor_coracao1.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p><span>Ninguém vive só<br />
Nessa vida amamos<br />
Vemos as belezas de toda a eternidade<br />
Hoje flores murcham<br />
Amanhã brotos nascem<br />
E assim é a lei<br />
Nascemos para trazer uma mensagem<br />
Um dom para realizarmos<br />
Tenha ele a simplicidade que for<br />
A beleza que ver<br />
O perfume que sentir<br />
O som que ouvir<br />
O ciclo que passar<br />
Estamos a aprender<br />
A vivenciar<br />
Nunca só<br />
Porque ninguém vive só<br />
Todos vivemos juntos<br />
Na harmonia da natureza<br />
No embalo da música<br />
No desenrolar do nó<br />
No árco-íris em um pôr-do-sol &#8230;<br />
</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title></title>
		<link>http://blog.claratemporal.com.br/?p=1997</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 14:14:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Condenados a uma existência que nunca está a altura de seus sonhos, os seres humanos tiveram que inventar um subterfúgio para escapar de seu confinamento dentro dos limites do possível: a ficção. Ela lhes permite viver mais e melhor, ser outros sem deixar de ser o que já são, deslocar-se no espaço e no tempo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Condenados a uma existência que nunca está a altura de seus sonhos, os seres humanos tiveram que inventar um subterfúgio para escapar de seu confinamento dentro dos limites do possível: a ficção. Ela lhes permite viver mais e melhor, ser outros sem deixar de ser o que já são, deslocar-se no espaço e no tempo sem sair de seu lugar nem de sua hora e viver as mais ousadas aventuras do corpo, da mente e das paixões, sem perder o juízo ou trair o coração.&#8221;<br />
Mario Vargas Llosa</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Janela de incerteza</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 01:39:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Janelas]]></category>

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		<description><![CDATA[Há alguns dias aparece em &#8220;flashs&#8221; os momentos que transfiguram e formam uma janela de incerteza. Ao parar próximo a ela, percebo que fechada pela cortina, não deixa claro o que está acontecendo. Essas incertezas incomodam pelo fato de não ser algo corriqueiro. Tenho certeza que essa fase irá passar.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há alguns dias aparece em &#8220;flashs&#8221; os momentos que transfiguram e formam uma janela de incerteza. Ao parar próximo a ela, percebo que fechada pela cortina, não deixa claro o que está acontecendo. Essas incertezas incomodam pelo fato de não ser algo corriqueiro. Tenho certeza que essa fase irá passar.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Simplicidade</title>
		<link>http://blog.claratemporal.com.br/?p=1990</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 17:02:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>

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		<description><![CDATA[
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.claratemporal.com.br/blog/wp-content/uploads/605.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1989" title="605" src="http://www.claratemporal.com.br/blog/wp-content/uploads/605-300x225.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>atualizando tuuudo</title>
		<link>http://blog.claratemporal.com.br/?p=1972</link>
		<comments>http://blog.claratemporal.com.br/?p=1972#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 04:49:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[testando&#8230;
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>testando&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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